Considerando apenas o que fizeram em 2011-12 (pedimos que ignorem a qualidade, por exemplo Gotze este ano pouco jogou, aliás só foi titular em 14 jogos e como tal não merece ser nomeado), qual foi o melhor 11 do Ano na Bundesliga? O melhor jogador? O jogador revelação? O melhor treinador? E o elemento que mais desiludiu?
The term athletics acquired a more narrow definition and came to describe sports involving competitive running, walking, jumping
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Sunday, June 10, 2012
Wednesday, May 16, 2012
Visão de Mercado: Novamente na liderança entre os blogs mais consultados em Portugal e 10 "mil gostos" no Facebook...Muito obrigado a todos!; Villarreal: O submarino amarelo "afundou" e protagonizou a surpresa da época pela negativa (Zapata, Nilmar, Musacchio,de Guzmán, Wakaso e Diego López são nomes no mercado)
O Visão de Mercado chegou a um novo marco histórico, ao atingir os 10 mil "gostos" na nossa página do Facebook. Somos igualmente (neste caso novamente já que em Abril tínhamos perdido o 1º lugar para o Obvious e Pipoca Mais Doce) o blog mais consultado em Portugal (ver aqui), algo que nos últimos 2 anos tem sido uma constante, e como tal, não queríamos deixar passar esta oportunidade sem agradecer a todos os nossos visitantes e leitores...o nosso sincero Obrigado! Temos a perfeita noção que só com a vossa contribuição em termos de visitas, comentários, feedback, divulgação, partilhas dos nossos posts, tudo isto é possível.Estamos satisfeitos (aliás este pormenor das visitas é o que menos nos interessa, preferíamos ter 150 comentários construtivos em cada post e apenas 1000 visitas por dia, do que ter 20 comentários por post e 33 mil visitas diárias), mas somos ambiciosos, arrogantes em relação aos nossos conhecimentos e queremos mais. Aumentar significativamente o nº de sócios no Facebook (10 mil está longe dos 100 mil que pretendíamos), conseguir mais feedback (em termos de qualidade e quantidade) e centuplicar o número de cli... na p... (3 por dia está longe dos 3000 que seria o ideal, ainda para mais quando é algo que apenas valoriza o esforço e como tal, não se percebe esta atitude de 98% dos visitantes). Noutro âmbito, pretendemos continuar a dar a mesma atenção ao Braga, à NBA, às mais diversas modalidades (principalmente Ténis e ciclismo), até mesmo abordar temas novos como a NFL (já fizemos uma ligeira abordagem), no entanto, admitimos que devido ao pouco feedback que esse tipo de posts costumam ter, acaba por ser um pouco frustrante abdicar do nosso tempo pessoal e profissional para depois a interacção roçar o zero. Por exemplo nos próximos meses mais do que abordar o mercado para nós seria importante falar da fase final da NBA, do Tour, RG, Euro 2012 e JO (e é o que pretendemos fazer, mesmo que para isso tenhamos de perder visitas). Assim sendo, apelamos aos nossos leitores que demonstrem mais o vosso ecletismo (muitos só se lembram disso quando querem falar em títulos) e provem que em Portugal o mundo não gira à volta do Porto, Benfica e Sporting, contribuindo com mais feedback. Por último, solicitamos aos leitores que utilizem este post para apresentar algumas críticas/sugestões (e sim, sabemos que o design é algo que temos de mudar), o que seja, em relação ao Visão de Mercado.
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Depois do acesso à Liga dos Campeões conseguido a época, ficando em 4º lugar com 62 pontos (atrás de Barcelona, Real Madrid e Valência) e fazendo também uma grande campanha na Liga Europa (eliminado por exemplo a equipa do Nápoles nos dezasseis –avos-de-final, acabando por ser eliminados nas meias-finais pelo F.C.Porto), o Villarreal não só foi cilindrado na LC da presente temporada, como irá disputar a Liga Adelante em 2012-13. Algo inacreditável, que inclusive chocou nuestros hermanos (o submarino amarelo é um clube acarinhado no país vizinho) e faz do conjunto espanhol a grande desilusão de 2011-12 a nível de clubes.
Uma época onde nada correu bem (o Villarreal terminou a liga na 18º posição com 41 pontos, 9 vitórias, 14 empates e 15 derrotas) e que acabou com a tacada final por parte do Atlético de Madrid com o inevitável Radamel Falcao a fechar o jogo com o único golo da partida aos 88 minutos (note-se que Falcao na passada época já havia feito 5 golos no conjunto das duas mãos da Liga Europa e mais 2 na primeira volta já pelo Atlético de Madrid na Liga Espanhola). Continuando a saga dos desaires, o Villarreal não somou qualquer ponto na fase de grupos da Liga dos Campeões. E também foi esse percurso nas competições europeias a juntar à venda de Cazorla (o dinheiro da transferência devia ter sido canalizado melhor), e à lesão de Rossi (a grande estrela da equipa só fez 9 jogos devido a sucessivas lesões) que contribuiu para um rol de situações que culminaram num ano onde a equipa passou pelas mãos de três treinadores, começando a época com o já da casa Juan Carlos Garrido (feitor da enorme época 10/11) que acabou o seu comando em Dezembro, depois com apenas 11 jogos no banco surgiu José Francisco Molina, acabando o submarino amarelo às ordens de Miguel Ángel Lotina. Ora, todo este cenário da descida de divisão, vai levar a uma "fuga" dos melhores elementos (todos já manifestaram que não querem actuar na II Liga, e fruto da qualidade que evidenciaram no passado podem ser mais-valias em vários clubes, incluindo nas equipas portuguesas), a saber:
- Diego López: Guardião de 30 anos e 1m96, titular nas últimas 5 épocas, internacional por Espanha e que no passado já foi associado a equipas como o Arsenal e Man Utd;
- Jonathan de Guzmán: Médio centro de boa qualidade técnica e capacidade ao nível da posse de bola. Jogador ainda jovem, que chegou este ano ao Villarreal por 8.5 milhões de euros, e que procura a sua afirmação internacional;
- Cristian Zapata: Defesa central/lateral direito colombiano de grande qualidade. O jogador com as características perfeitas para Benfica e Sporting (os rivais de Lisboa precisam de um central, e que esse elemento tenha a polivalência de fazer a posição de lateral direito dando mais centímetros ao lugar).
- Musacchio: Apesar de baixo (1m80) e jovem (21 anos) foi o defesa do Villarreal mais competente esta época. Internacional AA pela Argentina é cobiçado pela Roma.
- Gonzalo Rodríguez: Nos últimos anos tem vindo a perder importância. As lesões impediram que neste momento fosse um titular indiscutível na selecção argentina.
- Wakaso Mubarak: Jovem promessa do Gana. Um médio polivalente (pode inclusive actuar a lateral esquerdo), com muito talento, que apesar de ser algo baixo apresenta uma potência e força física considerável.
- Borja Valero: Médio de grande qualidade técnica e qualidade de passe. No último defeso era um dos jogadores mais cobiçados (inclusive foi associado ao Real Madrid).
- Nilmar: Um avançado que encaixava bem no futebol português. O brasileiro (que está a ser cobiçado pelo Internacional) com a sua velocidade, capacidade técnica e finalização (pela selecção AA do Brasil leva 9 golos em 23 jogos) pode ainda conseguir outro destaque em termos europeus.
- Giuseppe Rossi: Avançado italiano de tremenda qualidade (tinha tudo para ser titular no Euro 2012), mas que vai estar parado até final de 2012.
Opções para o futebol português? Ou demasiado caros (transferência/salário) para os nossos emblemas? Que elementos seriam mais úteis para Benfica, Sporting e FC Porto? À semelhança do que o clube leonino fez a época passada com Capel e Jeffren (Nolito chegou ao clube da Luz num processo diferente) podem as equipas lusas voltar a apostar no mercado espanhol (principalmente em jogadores desvalorizados que procuram relançar a carreira)?
N. Simões
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Depois do acesso à Liga dos Campeões conseguido a época, ficando em 4º lugar com 62 pontos (atrás de Barcelona, Real Madrid e Valência) e fazendo também uma grande campanha na Liga Europa (eliminado por exemplo a equipa do Nápoles nos dezasseis –avos-de-final, acabando por ser eliminados nas meias-finais pelo F.C.Porto), o Villarreal não só foi cilindrado na LC da presente temporada, como irá disputar a Liga Adelante em 2012-13. Algo inacreditável, que inclusive chocou nuestros hermanos (o submarino amarelo é um clube acarinhado no país vizinho) e faz do conjunto espanhol a grande desilusão de 2011-12 a nível de clubes.
Uma época onde nada correu bem (o Villarreal terminou a liga na 18º posição com 41 pontos, 9 vitórias, 14 empates e 15 derrotas) e que acabou com a tacada final por parte do Atlético de Madrid com o inevitável Radamel Falcao a fechar o jogo com o único golo da partida aos 88 minutos (note-se que Falcao na passada época já havia feito 5 golos no conjunto das duas mãos da Liga Europa e mais 2 na primeira volta já pelo Atlético de Madrid na Liga Espanhola). Continuando a saga dos desaires, o Villarreal não somou qualquer ponto na fase de grupos da Liga dos Campeões. E também foi esse percurso nas competições europeias a juntar à venda de Cazorla (o dinheiro da transferência devia ter sido canalizado melhor), e à lesão de Rossi (a grande estrela da equipa só fez 9 jogos devido a sucessivas lesões) que contribuiu para um rol de situações que culminaram num ano onde a equipa passou pelas mãos de três treinadores, começando a época com o já da casa Juan Carlos Garrido (feitor da enorme época 10/11) que acabou o seu comando em Dezembro, depois com apenas 11 jogos no banco surgiu José Francisco Molina, acabando o submarino amarelo às ordens de Miguel Ángel Lotina. Ora, todo este cenário da descida de divisão, vai levar a uma "fuga" dos melhores elementos (todos já manifestaram que não querem actuar na II Liga, e fruto da qualidade que evidenciaram no passado podem ser mais-valias em vários clubes, incluindo nas equipas portuguesas), a saber:
- Diego López: Guardião de 30 anos e 1m96, titular nas últimas 5 épocas, internacional por Espanha e que no passado já foi associado a equipas como o Arsenal e Man Utd;
- Jonathan de Guzmán: Médio centro de boa qualidade técnica e capacidade ao nível da posse de bola. Jogador ainda jovem, que chegou este ano ao Villarreal por 8.5 milhões de euros, e que procura a sua afirmação internacional;
- Cristian Zapata: Defesa central/lateral direito colombiano de grande qualidade. O jogador com as características perfeitas para Benfica e Sporting (os rivais de Lisboa precisam de um central, e que esse elemento tenha a polivalência de fazer a posição de lateral direito dando mais centímetros ao lugar).
- Musacchio: Apesar de baixo (1m80) e jovem (21 anos) foi o defesa do Villarreal mais competente esta época. Internacional AA pela Argentina é cobiçado pela Roma.
- Gonzalo Rodríguez: Nos últimos anos tem vindo a perder importância. As lesões impediram que neste momento fosse um titular indiscutível na selecção argentina.
- Wakaso Mubarak: Jovem promessa do Gana. Um médio polivalente (pode inclusive actuar a lateral esquerdo), com muito talento, que apesar de ser algo baixo apresenta uma potência e força física considerável.
- Borja Valero: Médio de grande qualidade técnica e qualidade de passe. No último defeso era um dos jogadores mais cobiçados (inclusive foi associado ao Real Madrid).
- Nilmar: Um avançado que encaixava bem no futebol português. O brasileiro (que está a ser cobiçado pelo Internacional) com a sua velocidade, capacidade técnica e finalização (pela selecção AA do Brasil leva 9 golos em 23 jogos) pode ainda conseguir outro destaque em termos europeus.
- Giuseppe Rossi: Avançado italiano de tremenda qualidade (tinha tudo para ser titular no Euro 2012), mas que vai estar parado até final de 2012.
Opções para o futebol português? Ou demasiado caros (transferência/salário) para os nossos emblemas? Que elementos seriam mais úteis para Benfica, Sporting e FC Porto? À semelhança do que o clube leonino fez a época passada com Capel e Jeffren (Nolito chegou ao clube da Luz num processo diferente) podem as equipas lusas voltar a apostar no mercado espanhol (principalmente em jogadores desvalorizados que procuram relançar a carreira)?
N. Simões
Friday, March 30, 2012
Mundial sub-20 não mudou a mentalidade e o Braga (líder da Liga) é a excepção a esta tendência de vermos Portugal como uma selecção inferior a partir de 2016; Porto sem formação, Benfica sem portugueses, Sporting sem capacidade para contrariar a tendência...Soluções?
O último jogo do Benfica para a Liga dos Campeões foi disputado sem qualquer português nos 14 jogadores que pisaram o relvado do Estádio da Luz. Até as outras três equipas que jogaram no mesmo dia do Benfica utilizaram portugueses (APOEL, Real Madrid e Chelsea). Com o FC Porto e Sporting a seguirem as mesmas pisadas do clube da Luz, poderemos dizer que Paulo Bento não terá grandes opções nos 3 grandes para o Euro 2012. O FC Porto utiliza com regularidade Rolando e João Moutinho, enquanto que Varela está num plano inferior. Já o Sporting utiliza Rui Patrício e João Pereira, enquanto que Carriço, André Santos, André Martins e Pereirinha têm uma utilização mais intermitente. Quando se fala que para os clubes portugueses terem maior competitividade, têm que utilizar mais estrangeiros, o Sp. Braga vem provar o contrário, pois Leonardo Jardim tem apostado em Quim, Hélder Barbosa, Custódio, Hugo Viana e, mais recentemente, em Nuno André Coelho e Miguel Lopes, para além de Ukra sair com regularidade do banco de suplentes e Ruben Amorim também ter sido opção até se lesionar. Contudo, é o futuro que poderá estar em causa, já que para 2012, Portugal tem excelentes opções a jogar no estrangeiro. Mas a partir de 2016 quando Ronaldo, Nani, Pepe, Moutinho, Veloso e Meireles, por exemplo, estiverem na casa dos 30 anos, as alternativas serão muito poucas ou nenhumas.Após a brilhante campanha no Mundial sub-20, pensava-se que estaria dado o mote para mudar a mentalidade dos dirigentes dos clubes portugueses, no que toca à contratação de jogadores e aposta no produto nacional, contudo, parece que aconteceu o contrário. Dos jogadores que fizeram parte da campanha portuguesa na Colômbia, poucos jogam com regularidade nos principais campeonatos. Para além disso, chegou agora à discussão o alargamento da Liga ZON-Sagres de 16 para 18 clubes. Uma medida que, ao manter-se a política de contratação de estrangeiros, só vai abrir o mercado português a mais jogadores sul-americanos em detrimento do jogador português.
Depois de o FC Porto ter acabado a temporada passada sem nenhum jogador da sua formação no plantel (algo único na história do clube), 2011-12, com o empréstimo de Ventura e Castro o cenário não foi diferente. Já no Benfica, com a saída de Coentrão como seria expectável actuou 95% das partidas sem nenhum jogador português no 11 (Nélson Oliveira foi o único a contrariar este cenário). Por sua vez, o Sporting que era a excepção e de longe o melhor exemplo para o futebol nacional, não conseguiu resistir à tendência e contratou 19 jogadores (todos estrangeiros). Três clubes, três equipas que deviam ser exemplo para todas as outras a nível nacional, mas que com esta política estão a contribuir para uma falta de identidade do futebol português. No plano económico, está igualmente provado que o jogador português é dos que vende melhor no Mundo, como tal, esta aposta nula é uma má política de mercado (como querem vender jogadores como o Nani, Coentrão, Carvalho, se não apostarem neles?). Os outros clubes da Liga Zon-Sagres infelizmente dão continuidade a este flagelo e salvo algumas excepções o cenário pouco animador. Como tal, parece-nos oportuno voltar referir o projecto que o Visão de Mercado elaborou para o futebol português e destacou em Setembro de 2010.
Soluções?
O Visão de Mercado sugere algumas soluções a aplicar pela Liga de Clubes, como forma a reduzir esta invasão de jogadores extracomunitários. As medidas são na nossa perspectiva realistas e de acordo com os padrões do futebol português. A saber:
- O número de inscrições na Liga ZON-Sagres fica fixado nos 27 jogadores, no entanto, desse número, pelo menos 5 jogadores terão que ter sido formados no clube (a mesma regra da UEFA: ter jogado pelo menos 3 anos no seu clube, entre os 15 e os 21 anos).
- Para equilibrar o número de jogadores portugueses no 11 inicial, sugerimos que obrigatoriamente em todos os jogos, as equipas coloquem 4 jogadores nacionais de inicio, como forma a que joguem pelo menos 64 portugueses no fim-de-semana desportivo. Esta medida (que como é óbvio seria gradual, ou seja no próximo ano 2, daqui a 2 anos ter de utilizar 3, até que em 2015 teria a obrigação dos 4 portugueses), obrigaria os clubes nacionais a terem um plantel com pelo menos 10-12 jogadores nacionais, como forma de prevenir qualquer lesão ou castigo. Recordamos que por exemplo no campeonato russo há uma obrigatoriedade de as equipas apresentarem 6 jogadores russos no 11.
- Limitar as transferencias de jogadores do exterior para 8 ou 10 (desde que pelos menos 5 deles sejam internacionais por qualquer escalão de formação do seu país). Esta medida visa reforçar as trocas internas, fomentando a circulação interna do dinheiro e maior equilíbrio das contas dos clubes.
- Quanto à limitação de jogadores extracomunitários, consideramos essa medida um pouco xenófoba, preferindo a obrigatoriedade de utilizar jogadores nacionais, em vez de restringir a entrada de extracomunitários.
Em relação à II Liga, seria também razoável implementar a obrigatoriedade de inscrever mais jogadores portugueses (pelo menos 14 jogadores em 27, 5 jogadores da formação e 5 jogadores no onze inicial). Quanto aos escalões de formação, seria importante obrigar os clubes a utilizar pelo menos 8 jogadores nacionais no onze inicial, como forma de fomentar a formação de jogadores portugueses. É lamentável não conseguirmos estar de maneira assídua nas grandes competições juvenis (o último Mundial sub-20 foi a excepção), e pela forma como países como a Alemanha, Bélgica, França, Espanha e até a Inglaterra estão a trabalhar há muito perdemos o estatuto de potência ao nível da formação.
PS - Caso os 4 principais clubes nacionais utilizassem regularmente pelo menos 4 jogadores nacionais de inicio, formariam uma boa base de apoio para a selecção nacional, pois seriam 16 jogadores em competição acesa na Liga Nacional, e quem sabe nas Competições Europeias. Quem ficava a ganhar era a selecção nacional!
Que medidas equaciona para uma melhoria do nosso futebol? O que acrescentaria ou retirava às ideias do Visão de Mercado para permitir evoluir a nossa Liga em termos de sustentabilidade dos clubes, indirectamente ajudar o futuro da nossa selecção, e para dar mais condições ao jogador português? Recordamos que em 2004 (parece que foi há um século, mas foi há meia dúzia de anos) o Porto de Mourinho venceu a Liga dos Campeões com 9/10 portugueses a jogar assíduamente, como tal, a ideia de os clubes só poderem ser mais competitivos com jogadores estrangeiros não faz sentido. E se os nossos melhores querem sair, ao menos que se criem condições para outros apareceram e mostrar o seu valor...e para isso só actuando com regularidade. Poderá Portugal estar a correr sérios riscos em termos de afirmação da nossa selecção no futuro?
Saturday, March 24, 2012
Maradona, Michael Jordan e Ayrton Senna: Os melhores de sempre...Conseguir títulos é uma coisa, ser eterno e ter "carisma" só está ao alcance dos predestinados!
"Champions aren't made in gyms. Champions are made from something they have deep inside them - a desire, a dream, a vision. They have to have the skill, and the will. But the will must be stronger than the skill." Muhammad Ali
Nas diversas modalidades, no passado e no presente, foram e são, alguns os grandes campeões. Atletas com troféus, individuais ou colectivos, nacionais ou internacionais, idolatrados por multidões, referências na história da respectiva modalidade. No entanto, desse grupo de desportistas de eleição, podemos ainda extrair um conjunto, muito mais restrito. Aqueles, que antes de serem figuras desportivas, são figuras da sociedade. São os atletas a quem também podemos designar como "campeões", mas que em relação aos outros destacados anteriormente adicionam duas características, que os colocam no mais alto patamar: são eternos e "carismáticos". E isso, só está ao alcance dos predestinados. Quer seja pelas ideologias políticas, pela sua firmeza, pelas suas capacidades intelectuais, pela sua grande capacidade de cativar o povo, ou pela sua coragem, um dia que o seu corpo já não coexista connosco no planeta, o seu nome, esse, estará para sempre na boca das pessoas.
Diego Armando Maradona, Ayrton Senna e Michael Jordan, representam a primeira linha deste mesmo lote. Os seus actos, as suas palavras, representavam muito para a sociedade, tinham o "dom" de conseguir parar o mundo. Maradona, é ainda hoje em dia, notícia pelas mais variadas razões. Centenas de jogadores terão no seu currículo mais títulos do que "El Dios", Messi pode bater todos os recordes do Mundo do futebol, mas nenhum consegue competir com o génio e o carisma que este apresentava dentro e fora dos relvados. Kobe ou qualquer outro basquetebolista, poderão alcançar mais anéis de campeão do que MJ, mas na NBA existe claramente um antes e um depois de "Air Jordan". Michael Schumacher é o piloto mais galardoado da história da F1, mas nunca será recordado como o brasileiro (um às ao volante, com uma simpatia tremenda, que conquistou milhões de adeptos pelo mundo inteiro). Hoje em dia, ainda facturam milhões em publicidade, e sempre que são relembrados, é com uma enorme saudade. Qualquer ser humano, mesmo que não aprecie desporto, desejaria que as suas carreiras fossem eternas.
Numa segunda linha de figuras, podemos incluir Muhammad Ali, um super campeão no boxe (56 vitórias em 61 combates, 37 delas por KO), mas acima de tudo um ícone cultural, alguém que defendeu as suas ideias com firmeza e inteligência, bem como Roger Federer, o melhor tenista de todos os tempos, alguém que passeia classe pancada após pancada, um verdadeiro gentleman dentro e fora dos courts. Desta lista, não podem também ser excluídos Usain Bolt, Kelly Slater e Gary Kasparov, que mesmo não sendo o xadrez um jogo espectacular de ser visualizado, as suas capacidades intelectuais, aliadas às suas ideologias políticas e aos duelos intermináveis contra Karpov, fazem dele um exemplo no desporto.
A. Carvalho
Wednesday, March 21, 2012
Os 20 jogadores mais bem pagos do Mundo: Messi lidera, David Beckham está em 2º, Ronaldo completa o pódio, City coloca 2 jogadores no Top'7!
A revista "France Football" divulgou a lista dos jogadores mais bem remunerados do mundo. O ranking é liderado por, Lionel Messi, com 33 milhões de euros anuais (entre salário e direitos de imagem e publicidade), seguido por David Beckham, dos Los Angeles Galaxy, com 31,5 milhões de euros. Ronaldo (Real Madrid, 29,2 milhões de euros) ocupa a terceira posição.
Top20:
1. Lionel Messi (Barcelona) €33M (por ano)
6. Sergio Aguero (Manchester City) €18.8M
7. Yaya Toure (Manchester City) €17.6M
Top20:
1. Lionel Messi (Barcelona) €33M (por ano)
2. David Beckham (LA Galaxy) €31.5M
3. Cristiano Ronaldo (Real Madrid) €29.2M4. Samuel Eto’o (Anzhi Makhachkala) €23.3M
5. Wayne Rooney (Manchester United) €20.6M6. Sergio Aguero (Manchester City) €18.8M
7. Yaya Toure (Manchester City) €17.6M
8. Fernando Torres (Chelsea) €16.7M
9. Kaka (Real Madrid) €15.5M
10. Phillip Lahm (Bayern Munich) €14.3M
11. Zlatan Ibrahimovic (AC Milan) €14M
12. Bastian Schweinsteiger (Bayern Munich) €13.9M
13. Neymar (Santos) €13.8M
14. Nicolas Anelka (Shanghai Shenhua) €13M
15. Frank Lampard (Chelsea) €12.9M
16. David Silva (Manchester City) €12.8M
17. Drogba (Chelsea) €12.6M
18. Dario Conca (Guangzhou Evergrande) €12.5M
19. Gianluigi Buffon (Juventus) €11.7M
20. Franck Ribery (Bayern Munich) €11.6M
Destaque para a presença de 2 jogadores do City no Top7, para o facto de elementos como Torres, Kaká, Anelka, claramente não justificarem o que auferem, e para a presença de clubes como o Santos, Anzhi, Shanghai Shenhua e Guangzhou Evergrande que provam que cada há uma tendência para nos próximos anos algumas equipas (principalmente da Ásia) inflacionarem ainda mais o mercado. Que análise faz deste Top20? Todos os jogadores justificam o que ganham (sempre levando em linha de conta que estes valores para alguns elementos são uma soma do ordenado com o que recebem em publicidade)? Concordam com o tecto salarial como existe em outros desportos, ou no futebol isso não faz sentido? São estes os 20 melhores jogadores do Mundo? Ou o que ganham não está minimamente relacionado com o que jogam?
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